Um ERP com dez anos e oito horas de correções.

O desafio
Toda a fábrica assenta num sistema PHP à medida de 2015: ordens de produção, tinturaria, galvanização, montagem, stock. O programador original já não estava e ninguém sabia dizer o risco de lhe mexer. A gestão queria saber: é seguro mantê-lo e o que precisa de ser corrigido primeiro?
O que fizemos
Um engenheiro sénior, apoiado por agentes de programação com IA. Indexámos o código — 50 000 linhas, 200 ficheiros, 50 modelos de base de dados — num grafo de dependências com o Graphify e corremos análise estática conduzida por agentes sobre todos os endpoints e consultas, em paralelo. Isso comprimiu semanas de leitura em dias e libertou o tempo do engenheiro para o que exige critério: decidir o que importa realmente face ao modelo de ameaça real, uma rede interna atrás de VPN. O cliente recebeu um relatório em linguagem clara, com uma grelha de avaliação e uma lista de correções priorizada, cada uma estimada em horas.
O que encontrámos
O código estava melhor do que se temia. Os riscos eram poucos, concentrados e rápidos de corrigir.
| Área | Conclusão | Gravidade |
|---|---|---|
| Armazenamento de palavras-passe | Hashes MD5, reversíveis em segundos | Alta |
| Credenciais da base de dados | Escritas no código, com ligação como root | Alta |
| Stack do servidor | PHP 7.4 e MySQL 5.7, ambos em fim de vida | Alta |
| Testes automatizados | Nenhuns | Alta |
| Proteção de formulários | Sem tokens CSRF; exposição baixa numa rede fechada | Média |
O resultado
- 3
- problemas críticos encontrados
- 8h
- para resolver os três
- 24h
- de melhorias prontas a iniciar
A versão técnica
A mesma avaliação, escrita para engenheiros: como o código foi indexado antes de ser lido, e porque é que a severidade só significa algo face à instalação que existe de facto. Em inglês.
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